BERNARDI 2510
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José Carlos Bernardi · 2510 · Deputado Federal por São Paulo

No dia 4 de outubro,
é assim que aparece:

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Retrato de José Carlos Bernardi, candidato a deputado federal por São Paulo, exibido na tela da urna
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É isso. Agora leia o que você estaria confirmando.
Quem está falando

41 anos ouvindo.
17 vendo por dentro.

Passei quatro décadas em rádio, TV e jornalismo de opinião. E dezessete anos dentro do Legislativo paulista, do lado de dentro do processo, não como espectador.

Isso não me torna melhor que ninguém. Torna mais difícil me enganar.

Eu sei como um projeto de lei nasce. Sei como ele morre na gaveta de uma comissão sem que ninguém precise votar contra. E sei a diferença entre um deputado que defende uma pauta e um deputado que apenas aparece falando dela.

É por isso que esta página é escrita, e não resolvida em três frases de efeito.

As três propostas

Leia agora.
Cobre depois.

Cada uma está escrita por inteiro aqui embaixo. Se eu não cumprir, você vai ter o texto na mão.

Índice

Cada uma com nome.
Cada uma inteira.

01
BANIMENTO
PERMANENTE
Integridade pública

Quem rouba dinheiro público não volta.

Hoje funciona assim. O político é condenado por corrupção, cumpre o prazo, espera a inelegibilidade acabar e volta. Volta como candidato. Volta como cargo de confiança. Volta como diretor de partido.

E tem uma parte que quase ninguém olha. A empresa dele nunca chegou a sair. Continua na licitação, continua prestando serviço, continua faturando com dinheiro público enquanto o dono cumpre pena.

O que eu proponho

  1. Nunca mais disputar eleição. Nenhum cargo eletivo, em nenhuma esfera.
  2. Nunca mais assumir cargo público. Nem comissionado, nem secretaria, nem cargo de confiança.
  3. Nunca mais dirigir partido. Nenhuma função de direção partidária.
  4. A empresa sai junto. Nenhuma empresa do condenado, ou de familiar de primeiro grau, participa de licitação ou presta serviço em qualquer um dos três poderes.
  5. Filiação revogável. Corrupção comprovada permite ao partido revogar a filiação.

Por que isso não é o que já existe

A Ficha Limpa suspende. Esta proposta encerra. E fecha a saída que a Ficha Limpa deixou aberta: o CNPJ que continua trabalhando enquanto o CPF está de castigo.

Vale para todos. Inclusive para o meu lado. Não é lista de nome, não é caça a adversário, não é acerto de conta. É regra.

O que você achou de Banimento Permanente?

02
MEI
VULNERÁVEL
Trabalho e renda

Sair do Bolsa Família sem cair no vazio.

Existe uma armadilha que quase ninguém discute com honestidade.

A pessoa quer trabalhar por conta. Sabe costurar, sabe pintar, sabe cuidar de jardim, sabe assentar piso. Mas no dia em que ela formaliza o MEI, o benefício acaba e o negócio ainda não anda. Não tem cliente, não tem máquina, não tem como chegar até o serviço.

Então ela faz a conta e não sai. E aí alguém chama isso de acomodação.

Não é acomodação. É matemática.

O que eu proponho

  1. Cinco anos de transição. A pessoa abre o MEI e continua recebendo o benefício durante o período em que o negócio ainda não se sustenta sozinho.
  2. Crédito subsidiado para a ferramenta de trabalho. Via BNDES e programas correlatos. Máquina de costura e tecido para quem costura. Airless, rolo e pincel para quem pinta. Cortador e motosserra para quem cuida de jardim. Ferramenta de pedreiro e de assentador para quem constrói. Equipamento para quem abre pet shop.
  3. Transporte entra no financiamento. Sem chegar até o cliente não existe negócio. Isso é tão essencial quanto a máquina.
  4. Apoio técnico. Sebrae, Senac, Senai e Senat na formação e no acompanhamento.

Não é aumentar benefício. E não é cortar benefício. É construir a porta de saída que hoje não existe, que faz o benefício deixar de ser destino e virar passagem.

O que você achou de MEI Vulnerável?

03
VOTO
ABERTO
Coerência

Voto que não muda de lado.

Conservador vota conservador. Parece óbvio. Não é o que acontece.

O eleitor vota numa pauta e descobre meses depois que o voto do deputado foi outro, decidido em acordo de bancada, em troca de emenda, em cálculo de conjuntura. E ele nunca fica sabendo, porque ninguém conta.

O que eu me comprometo a fazer

  1. Autonomia parlamentar. Não aceito orientação de bancada que fira princípio conservador. Em nenhuma votação, em nenhuma circunstância, a nenhum custo.
  2. Voto declarado. Todo voto meu em pauta relevante vai ser publicado e explicado. O que foi votado, como votei e por quê. Antes de ser cobrado, não depois.
  3. Articulação de longo prazo. Defendo que o campo conservador brasileiro se organize com projeto próprio e horizonte longo, para que a pauta pare de depender de quem está em alta na eleição da vez.

Isso não é ataque a partido nenhum, nem ao meu. É compromisso sobre como eu voto.

O que você achou de Voto Aberto?

Também defendo

Não são só três.

Estas são as três que eu escrevi por inteiro, porque são as que dependem de detalhe para funcionar. O trabalho não para nelas.

Pequeno negócio no contrato público

Órgão público compra uniforme, merenda, jardinagem, pintura e manutenção todo mês. Quase nada disso chega ao negócio da esquina. Quero entender por quê e mudar o desenho da compra pública para que chegue.

Carga tributária de quem emprega pouco

Quem tem cinco funcionários paga, proporcionalmente, como quem tem quinhentos. Isso trava contratação na base da economia.

Prevenção ao suicídio nas forças de segurança

Policial se mata mais do que morre em serviço. É um dado que quase ninguém encara e não existe programa federal à altura.

Liberdade religiosa como direito de todos

Inclusive de quem não tem religião nenhuma. Direito que só protege um grupo não é direito, é privilégio.

Educação pública sem viés político

Sala de aula é lugar de formar quem pensa, não de formar quem concorda.

Perguntas diretas

O que você está
pensando agora.

Parte sim, parte não, e eu prefiro dizer qual é qual. As três propostas desta página são matéria federal. Uma é emenda constitucional, uma é lei ordinária com desenho orçamentário, uma é compromisso de mandato. Agora, escola do seu bairro, buraco na sua rua e posto de saúde não são comigo. São do prefeito e do governador. Quem promete isso numa campanha para deputado federal está mentindo ou não sabe o que o cargo faz.

É pena severa, e proposital. A questão não é o tamanho da punição sobre a pessoa, é o tamanho do incentivo. Enquanto voltar for possível, roubar continua sendo cálculo de risco. O ponto que quase ninguém discute é o outro: a empresa que nunca saiu. Punir o CPF e liberar o CNPJ é punição de fachada.

Não. O gasto tem prazo e destino: cinco anos e um negócio de pé no fim. O que existe hoje não tem nem prazo nem porta de saída. Quem quer sair não consegue, porque sair custa mais do que ficar. A proposta muda essa conta, não o valor do benefício.

Seria, se fosse só publicar. A parte que dói é explicar antes de ser cobrado, inclusive nas votações em que o meu voto for impopular no meu próprio campo. É por isso que quase ninguém faz.

Não. Segurança é a pauta mais disputada do meu campo e não é onde eu tenho algo novo a acrescentar. O que quase ninguém do meu lado está discutindo é como quem trabalha por conta consegue sobreviver e crescer. Foi ali que eu escolhi trabalhar.

Porque eleição proporcional funciona por quociente e ninguém se elege sozinho no Brasil. Isso não me obriga a votar contra o que eu defendo, e a proposta Voto Aberto existe exatamente para tornar isso verificável por você.

Manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo
São Paulo tem 645 municípios

Eu não chego
em todo lugar.

Mas o que chega aqui, eu leio.

Escuta

Onde você mora,
o que está faltando?

Me conte o que está travado na sua cidade. No seu negócio, no seu bairro, na sua rua. Isso entra na minha lista de trabalho, não numa lista de disparo.

Seus dados ficam com a campanha, não são vendidos nem repassados. Você pode pedir a exclusão a qualquer momento pelo e-mail no rodapé.

Antes de você sair

Você já fez mais
que a maioria.

Leu três propostas inteiras. Viu o que cada uma faz, para quem, e onde ela para. Isso é raro. E não é mérito meu, é seu.

Agora existe uma diferença entre concordar e mudar alguma coisa. Concordar é gratuito. Mudar exige que a ideia saia daqui.

E aqui vai a parte que talvez você não esperasse ler numa página de campanha: nenhuma das três propostas depende de mim para ser boa. Banimento Permanente continua certo mesmo se quem levar for outro. MEI Vulnerável funciona mesmo que outro deputado assine. Voto Aberto é o mínimo que qualquer parlamentar deveria oferecer, e eu ficaria satisfeito se cem deles copiassem amanhã.

Por isso eu não vou pedir que você compartilhe o meu nome. Vou pedir que você compartilhe a ideia.

Mande para três pessoas que reclamam de política e nunca leram uma proposta inteira na vida. Uma vai discordar de você. As outras duas vão perguntar por que ninguém tinha dito isso antes.

Em outubro, alguém vai te perguntar por que você votou como votou.
Você vai ter uma resposta escrita. Quase ninguém vai.

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